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Drogas, Linguagem Imprópria, Violência
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    Outcast - A New Beginning DEMO

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      adrianoriboli
      4 estrelas de 5
      Avaliado em 16/6/2026
      Standard
      Um grande jogo, mas....

      Desde que joguei e concluí o primeiro Outcast, lá em 2000, fiquei fissurado e aguardando ansiosamente uma continuação. O primeiro Outcast foi como um amor de verão: intenso, marcante e difícil de esquecer. Achei a história extremamente interessante e envolvente. Foi um jogo com um enredo memorável, trilha sonora impecável e um mundo aberto que me conquistou completamente. Em uma época em que a pirataria era quase regra, fiz questão de comprar as versões originais do jogo, tanto a edição clássica quanto o Second Contact. Ainda me lembro dos campos de riz espalhados por Shamazar, da umidade do ar em Okaar e do ambiente seco e árido de Talanzaar, onde eu fazia minhas compras e melhorava minhas armas. Bons tempos! Mas isso falando do jogo original. O Second Contact trouxe melhorias gráficas importantes, mas cometeram um erro grave: estragaram a cutscene inicial. Na minha opinião, ela é a parte mais importante para que um novo jogador compreenda a história e se conecte com o universo do jogo. O resultado ficou terrivelmente abaixo do que deveria ter sido. Aquilo já me deixou preocupado. Se foram capazes de fazer isso com uma remasterização, o que fariam com a continuação da história? E então chegamos ao novo jogo. A trilha sonora reaproveita elementos da original, mas perdeu personalidade. Ela está presente, mas não caracteriza mais as regiões nem ajuda a construir a identidade dos ambientes. Em vez disso, apenas acompanha emoções momentâneas. Uma pena, porque a música era um dos pilares da imersão no primeiro Outcast. Quanto ao mundo do jogo, meus parabéns. O cenário está amplo, vasto e repleto de possibilidades. Os voos e deslocamentos a jato ampliaram significativamente a exploração. Porém, senti falta das regiões clássicas. O que aconteceu com Okaar? Mudou de nome? Nem sequer é mencionada. Dá a impressão de que boa parte de Adelpha simplesmente desapareceu do mapa depois que o Ulukai foi embora. Um ponto positivo foi reencontrar alguns personagens antigos espalhados pelo novo mundo. Há um Shamaz — cujo nome infelizmente não lembro — que no primeiro jogo ajudava a interpretar as tabuletas e que reaparece ligado a um dos mistérios do enredo atual. Também reencontramos o velho Maar, que continua sem entender quem realmente são seus amigos. Existe ainda um terceiro personagem conhecido, embora eu não me recorde exatamente quem seja. Mas o que realmente me decepcionou foi o final. O desfecho é cruel. Tudo termina de forma excessivamente conveniente. A humanidade vira amiga dos Talan e retorna à Terra para viver feliz para sempre enquanto continua lidando com seus próprios problemas energéticos. Os Talan perdem algumas de suas figuras espirituais mais importantes e, no fim das contas, o próprio Ulukai — ou melhor, os Ulukais, já que agora temos também a filha de Cutter — permanece em Adelpha sem memória, sem romance e com sua honra parcialmente destruída, pois uma parcela significativa dos Talan o considera um traidor. Sinceramente? Precisam parar de contratar roteiristas bêbados para escrever o encerramento de grandes jogos. Outcast perdeu uma oportunidade de ouro para conquistar uma nova geração. O que conseguiram foi fazer com que jogadores da Geração X, como eu, gastassem dinheiro para revisitar uma paixão da juventude. Era esse o objetivo? Aposto que não. Tenho a impressão de que os investidores esperavam muito mais do projeto e provavelmente agora estão tentando entender por que apostaram tanto em um jogo que acabou sendo apenas "bom", quando tinha potencial para ser memorável. Nota final: "Minha querida, como você envelheceu bem... continua linda, continua cheirosa. Seu gosto musical piorou um pouco e você se perdeu em algumas ideias pelo caminho, mas eu ainda te amo. Só não se iluda: os jovens provavelmente não vão te amar como eu.

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      Recursos de acessibilidade

      20 anos após o premiado Outcast estrear o gênero de jogo de ação e aventura com mundo aberto não linear, sua aguardada sequência leva Cutter Slade ao planeta alienígena de Adelpha. Ressuscitado pelos poderosos Yods, ele descobre que os Talans foram escravizados, os recursos naturais acabaram e seu passado está entrelaçado com a invasão robótica. Cabe a ele salvar o mundo novamente.

      A equipe original de Outcast se reúne para criar este mundo fascinante, repleto de criaturas perigosas e lar do povo Talan, dono de uma cultura antiga cujo destino se conectou profundamente com a Terra após os eventos do primeiro jogo. Você é Cutter Slade, ex-SEAL da Marinha que carrega o mesmo humor ácido que tinha na década de 1990; porém, o mundo à sua volta mudou e ele acabará mudando também.

      Para salvar Adelpha, você:

      usa sua mochila propulsora para pular, planar, se lançar ao ar e atravessar em alta velocidade esse fantástico mundo aberto

      combinar dezenas de módulos diferentes para criar a tua própria arma pessoal para eliminares os robôs invasores

      tem controle total para conduzir a história em um mundo não linear

      explora um mundo sem fronteiras, descobre templos ocultos e vida selvagem perigosa

      conhece a cultura Talan e ajuda o povo a libertar suas vilas enquanto acessa os antigos poderes deles, que usam as forças da natureza para destruir seus inimigos

      descobre um mundo belo e feito à mão, acompanhado pela trilha sonora épica do compositor original de Outcast, Lennie Moore

      Plataforma:
      PS5
      Lançamento:
      15/3/2024
      Distribuidora:
      THQ Nordic
      Gêneros:
      Ação, RPG
      Voz:
      Alemão, Chinês, Espanhol, Francês (França), Inglês, Japonês, Polonês, Russo
      Idiomas da tela:
      Alemão, Chinês (simplificado), Coreano, Espanhol, Francês (França), Inglês, Italiano, Japonês, Polonês, Português (Brasil), Russo, Árabe
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