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CoutoAmaral
Avaliado em 14/1/2026
Resident Evil Director's Cut

Ecos da Mansão Spencer: A Trindade do Terror (1996-1997) Você se lembra da primeira vez que ouviu aquela voz rouca anunciar "Resident Evil" na tela de título? Ou da tensão excruciante ao ver a animação de uma porta se abrindo, rezando para não haver nada do outro lado? Revisitar Resident Evil: Director's Cut no PlayStation 1 é, inevitavelmente, uma viagem no tempo que nos obriga a olhar para os lados: para a fundação original de 1996 e para a pérola "cult" do Sega Saturn. O Impacto Inicial (1996) Tudo começou com a versão "vanilla" de 1996. Foi ela que nos ensinou a temer janelas e a gerenciar munição como se fosse ouro. A introdução em live-action (com atuações gloriosamente ruins) e os controles "tanque" não eram defeitos; eram parte do charme e da tensão. A câmera fixa, que escondia o perigo logo além do ângulo de visão, criou uma linguagem de medo que definiu o gênero. Mas a Capcom sabia que podia espremer mais sangue dessa pedra. A Versão Definitiva: Director's Cut Quando a Director's Cut chegou ao PS1, ela veio preencher o vazio deixado pelo atraso de Resident Evil 2. Para os veteranos que já decoraram a mansão, esta versão foi um choque de realidade. O grande destaque aqui foi o Arranged Mode (Advanced Mode). De repente, a Mansão Spencer parecia estranha novamente. A Capcom mudou os ângulos de câmera em diversos corredores, alterou a posição dos itens e, o mais cruel de tudo, reposicionou os inimigos. Aquele corredor seguro onde você costumava correr livremente? Agora tinha um Hunter ou um zumbi esperando. Além disso, as roupas novas (como o visual de estrela de rock de Chris e a roupa estilo Sarah Connor de Jill) e a pistola Beretta personalizada com chance de critical hit (explodindo cabeças aleatoriamente) deram um novo sabor ao gameplay. Foi a versão que transformou o jogo de "um desafio de memória" para "um desafio de reflexos" novamente. O Tesouro do Sega Saturn (1997) Enquanto os donos de PlayStation desfrutavam do Director's Cut, os donos do Sega Saturn receberam uma versão que, visualmente, tinha suas particularidades (os modelos eram feitos de quads em vez de triângulos, deixando os personagens um pouco mais "robustos", e as transparências eram pontilhadas), mas que carregava um conteúdo exclusivo invejável. A joia da coroa no Saturn foi o Battle Game. Muito antes do famoso modo The Mercenaries se tornar padrão na franquia, o Saturn já fazia isso. Neste minigame, você precisava atravessar cenários, limpar salas de inimigos e enfrentar chefes em sequência. O Battle Game era um delírio para os fãs: incluía uma versão zumbi de Wesker e um Tyrant Dourado exclusivo. Era a experiência arcade pura injetada no DNA do survival horror. Enquanto o Director's Cut focava em remixar a campanha, o Saturn focava no combate visceral. Conclusão: "Itchy... Tasty" Olhando para trás, a experiência completa de Resident Evil na era 32-bits não vive em apenas um disco. Ela é formada pela pureza do susto de 1996, pelo remix inteligente e os novos ângulos do Director's Cut, e pela ação frenética do Battle Game no Saturn. Rejogar o Director's Cut hoje é sentir o cheiro de mofo daquela mansão, ouvir o som dos passos ecoando no piso de madeira e sentir aquele alívio indescritível ao encontrar uma sala segura com uma máquina de escrever. É lembrar de uma época em que o terror não vinha de "jump scares" baratos, mas da atmosfera opressora e da solidão absoluta.

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Plataforma:
PS4, PS5
Lançamento:
26/11/2024
Distribuidora:
Capcom U.S.A., Inc.
Gêneros:
Terror, Ação
Voz:
Inglês
Idiomas da tela:
Inglês
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